Sábado, 28 de janeiro de 2012
Santo Tomás de Aquino, Presbítero e Doutor da Igreja (Memória).
Outros Santos do Dia:Amadeu de Lausanne (monge, bispo), Antimo de Brantôme (abade), Flaviano de Cività Vecchia (mártir), Glastiano de Kinglassie (bispo), João de Réomé (abade), Juliano de Cuenca (bispo), Leônidas e Companheiros (mártires do Egito), Odo de Beauvais (monge, bispo), Paládio de Antioquia (eremita), Paulino de Aquiléia (bispo), Pedro Tomás (bispo, mártir), Ricardo de Vaucelles (abade), Tiago da Palestina (eremita), Tirso, Lêucio e Calínico (mártires de Apolônia, na Frígia).
Primeira leitura: 2 Samuel 12,1-7a.10-17
Pequei contra o Senhor
Salmo responsorial: 50(51),12-13.14-15.16-17 (R. 12a)
Criai em mim um coração que seja puro
Evangelho: Marcos 4,35-41
Que é este a quem até o vento e o mar obedecem
O barco é um lugar de ensinamento, um meio para seguir a um retiro espiritual, uma ponte para os territórios estrangeiros e um lugar de encontro com o Jesus vencedor da morte. No evangelho de Marcos até agora os discípulos que o seguem viram-no realizar ações maravilhosas de cura, de ensinamento e solidariedade.
Ficam ainda mais surpresos pelo poder que ele tem para acalmar os temores e as dúvidas de seus seguidores. A tormenta repentina ameaça o barco, mas o maior risco vem de seus tripulantes que se exaltam e não confiam em Jesus.
O barco, então, converte-se em um desafio para os discípulos: ou confiam no mestre ou afundam ante seus próprios medos. Os discípulos se surpreendem com a capacidade de Jesus de dominar a tormenta e o mar agitado.
Nós nos surpreendemos pela atitude dos discípulos que, depois de um longo percurso, ainda não confiam em Jesus, manos ainda o obedecem. Se vamos subir nosso barco chamado seguimento de Jesus, devemos aprender a obedecer e a confiar nele; senão, prenderemos as amarras mais por nossos temores que pelo perigo real das ameaças.
A palavra de Jesus é fonte de luz
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S. Policarpo
Séc. I-II - bispo e mártir Policarpo foi bispo de Esmirna e conheceu os apóstolos, especialmente o discípulo João. Esteve em Roma para tratar da questão relativa à Páscoa. Sofreu o martírio por volta de 155, queimado vivo no estádio da cidade. "Então nós, a quem foi dado contemplar, vimos um milagre – pois para anunciá-lo aos outros é que fomos poupados: - o fogo tomou a forma de uma abóbada, como a vela de um barco batida pelo vento, e envolveu o corpo do mártir por todos os lados; ele estava no meio, não como carne queimada, mas como um pão que é cozido ou o outro e a prata incandescentes na fornalha. E sentimos um odor de tanta suavidade que parecia se estar queimando incenso ou outro perfume precioso" (Liturgia das horas. v. II. op. cit. p. 1.461s). Oração do amor operante Deus, nosso Pai, pela boca do vosso profeta disseste:
"Uma coisa horrível e abominável aconteceu na terra: os profetas profetizam mentiras, os sacerdotes procuram proveitos. E meu povo gosta disto" (Jr 5.30-31). Quisestes que fôssemos como o sal que dá sabor, como o fermento que faz crescer a massa e como a luz que ilumina. Dai-nos, pois, sensibilidade humana e uma visão cristã da realidade, para que possamos responder com ações positivas e generosas às necessidades humanas e espirituais de nosso tempo desejoso de paz e justiça. Que o nosso amor vença os condicionamentos sociais, supere preconceitos de raça, cultura e credos e seja convincente como a luz que dissipa as trevas ou como a àgua das fontes que se unem para formar rios e oceanos. Tenhamos o coração aberto para repartir do pouco que se tem, generosidade para dar e humildade para também receber.
Não deixemos para amanhã os gestos de bondade, de solicitude, de generosidade, do bem que podemos e devemos hoje fazer. Pois vosso Filho Jesus não protelou a cura do cego, nem despediu a multidão faminta de mãos vazias, nem deixou para depois sua prova de amor total. Crucificado, morto e sepultado, para ficar conosco ressuscitou ao terceiro dia.
CLARET
CONGREGAÇÃO
CLARETIANOS DO BRASIL