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Evangelho Meditado

Sábado, 20 de Janeiro de 2018

Tema: S. Fabiano, PpMt e S. Sebastião, Mt (Memórias facultativas)

2Sm 1,1-4.11-12.19.23-27: Como tombaram os fortes na batalha!

Sl 79, 2-3. 5-7 (R. 4b): Resplandecei a vossa face, e nós seremos salvos!

Mc 3,20-21: Os parentes de Jesus diziam que estava fora de si.

Naquele tempo: Jesus voltou para casa com os discípulos. E de novo se reuniu tanta gente que eles nem sequer podiam comer. Quando souberam disso, os parentes de Jesus saíram para agarrá-lo, porque diziam que estava fora de si.

Comentário

Um fato constante na vida é entrar em conflito e críticas quando, como Jesus, nos comprometemos com as causas do Reino. Estas provêm não apenas de quem está longe ou perto, mas até dos familiares. Jesus regressa de um encontro com Deus no monte para a intimidade com seus irmãos em sua casa. O povo continua buscando-lhe para que resolva suas necessidades. Ele, generoso, continua realizando uma frenética atividade pastoral, o que inspira em seus parentes dúvida e estranheza sobre sua sanidade mental. Ele já havia dito: "Um profeta só não é estimado na sua própria terra e em sua família". O Senhor recorda que quando nos empenhamos em estilos de vida que exigem tudo, em projetos de Igreja e de compromisso social, teremos obstáculos fortes começando por familiares e amigos. Quando você não se encontra no lugar ou na atividade que seus seres mais próximos haviam pensado para você, certamente você será causa de escândalo. Aprendamos a partir da família a não julgar os planos de Deus com critérios humanos e mesquinhas preocupações e interesses temporais. 

Santo do Dia

S. Sebastião

séc. III ? mártir ? \"Sebastião? significa \"augusto, magnífico,  
venerável?. É o patrono dos arqueiros, atletas, soldados, guarda-civil

Natural de Milão ou de Narbone, Sebastião já havia se convertido à fé cristã quando foi nomeado capitão da Guarda Pretoriana pelo imperador Diocleciano, mas o fato só foi conhecido durante a perseguição aos cristãos. Preso e condenado à morte, os arqueiros o amarraram a um tronco e o crivaram de flechas. Os cristãos recolheram o corpo ainda com vida e cuidaram dele. Recuperado dos ferimentos, começou a denunciar abertamente os crimes cometidos contra os cristãos. Indignado, Maximiano condenou-o à morte (c. 304). É invocado com a seguinte oração:
Onipotente e eterno Deus, que pelos merecimentos de S. Sebastião, vosso glorioso mártir, livrastes os vossos fiéis de doenças contagiosas, atendei as nossas humildes súplicas para que, recorrendo agora a vós, na nossa necessidade a fim de alcançar semelhante favor, mereçamos, por sua valiosa intercessão, ser livres do flagelo da peste e de toda moléstia do corpo e da alma. Por Jesus Cristo , Senhor nosso. Amém.

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